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terça-feira, 20 de maio de 2025

REI MOMO - Qual Sua Origem E Seu Significado Espiritual?

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O rei Momo é inspirado na mitologia grega, em que Momo era um personagem mitológico que personificava a ironia e o sarcasmo.

No Brasil, este personagem mitológico foi adaptado para as festas carnavalescas, tornando-se um dos principais símbolos do carnaval

No Rio de Janeiro por exemplo, entrega a chave da cidade para ele, uma forma prática e indireta de dizer; "a cidade é sua, faça o que quiser"

A mitologia grega trata Momo, filho do Sono e da Noite, como o deus da zombaria, do sarcasmo, da galhofa, do delírio, da irreverência e do achincalhe.

Diante do seu costume de criticar e ridicularizar os outros deuses, a divindade maior do Olimpo perdeu a paciência com ele e o despachou para a Terra, onde o divino deportado passou a ser representado por um jovem tirando a máscara e mostrando o rosto zombeteiro, ao mesmo tempo em que sacudia guizos e apresentava o estandarte da folia que era a razão da sua existência.

Posteriormente, passou a ser representado com uma roupa semelhante a do monarca francês Luiz XIV, conhecido como o rei sol.

Há registros históricos sobre a existência de reis Momos antes da era cristã.

No século 4 a.C., gregos e romanos já incorporavam essa figura mitológica em algumas de suas festas comemorativas, principalmente as orgias, envolvendo sexo e bebidas.

Momo era gordo para simbolizar fartura e a abundância.

Durante o Carnaval, o rei Momo recebe as chaves da cidade, passando a ser seu governante simbólico.

Para os cristãos, o rei Momo é uma imagem indireta de satanás, tendo em vista que na mitologia ele foi expulso do Olimpo para a terra, por isso, toda vez que alguém sai para o carnaval, está seguindo o rei da carne, das orgias, da bebedisse, da zombaria, das brigas familiares e etc... CUIDADO!

Proibições no Candomblé: Tradições, Respeito e Espiritualidade

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Proibições Alimentares no Candomblé

As proibições no Candomblé muitas vezes incluem restrições alimentares específicas para cada orixá.

Por exemplo, filhos de Iemanjá evitam alimentos como carne de porco, enquanto filhos de Oxóssi não consomem carne de caça.

Esses alimentos, considerados incompatíveis com as energias dos orixás, são substituídos por outros que fortalecem o axé.
Proibições Comportamentais: Respeito às Tradições

Além da alimentação, as proibições no Candomblé incluem comportamentos que podem desagradar os orixás.

Atitudes como fofoca, violência ou desrespeito ao espaço sagrado são evitadas pelos praticantes.

Essas restrições têm como objetivo promover a paz e a harmonia dentro do terreiro e na vida cotidiana.



Porque no candomblé raspa a cabeça?

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Porque no candomblé raspa a cabeça?

A assessoria de comunicação da influencer explica à Marie Claire que, dentro do candomblé, raspar a cabeça é uma grande prova do seu amor e devoção ao espírito, é o desprendimento da vaidade, em nome da fé.

 Ao todo, Flora precisará ficar dentro do terreiro por 21 dias, sem sair para nada.

Ele (ou ela) tem a cabeça raspada e recebe marcas no braço ou na cabeça, geralmente feitas com espinhas de peixe.

 Essas cicatrizes simbolizam a porta de entrada do orixá durante a incorporação.

Quem não precisa raspar a cabeça no candomblé?

As Ekedis são suspensas para a iniciação, não precisando raspar a cabeça em sua preparação para servir aos Orixás", declarou.

Porque não Vestir Preto no Candomblé?

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Se uma pessoa que chega à porta de um candomblé vestida de preto, era sempre repudiada.

Por aquela comunidade, e pede-se para a pessoa se retirar.


Quando a pessoa se negava a sair era entendido como um afronta a Oxalá Pai de todas as cabeças por antecipação.


Vestir preto em uma saída de Iyawo é mesma coisa que dizer que o dono casa não sabe fazer o que esta fazendo.


Vestir preto em uma festa de 7 anos é a mesma coisa que dizer; não estou de acordo com esse titulo (oye).


Vestir preto em um funeral é desejar que aquela alma não tenham paz pela eternidade…
Vestir preto em um Ikomojade( ritual de escolha do nome da criança, no culto de Ifá) é desejar má sorte para criança.


Vestir vermelho é dizer em alto e bom som!!! Não tenho medo das mães feiticeiras, por isso uso sua cor.


No itan de Bábà Ofuru, onde conta se que ele foi praguejado por Iya mim, e é por isso que entre uma saia branca e outra é obrigado a usar uma faixa preta de tecido.


Para lembra lo de sua vergonha!!!!


Igual a Sango que usa uma conta branca no pescoço para lembra ló de um desrespeito a Oxalá!


A cor negra é pertencente ao orixá Ikú ( a morte ), e usar preto no culto do Candomblé é a reverencia a Ikú e ao intimo culto das Yá - mi, podendo atrair essas manifestações para o tal, ocorrendo fatalidades e desavenças se não bem trabalhada, por isso o Luto dentro do Candomblé não é o Preto, e sim, O Branco.


Na Nigéria o negro não é tabu, apenas os filhos de Obatalá e Odudua (por ele ser Albino) não podem usar, e raro você ver sacerdotes todos de branco mesmo em grandes rituais, não usam uma roupa toda preta pelo fato de preferirem os estampados mais há muitas roupas estampadas com o preto como cor predominante.


É a demais tanto na Nigéria como no Brasil o culto a Orixá sofreu uma enorme influência das culturas Judaico-cristã e do Islamismo, a religião Cristã e judaica criada e composta por brancos Racistas e preconceituosos sobre a cultura Africana instituíram há muito tempo que os negros são amaldiçoados por Deus é por isso são pretos sujos, dignos de pena por sua infelicidade eterna!!


Em muitas culturas ditas como Pagãs e justamente o contrario, o Negro por ser a ausência total de cor é puro é o branco por ser formado pela junção de todas as cores e impuro (exemplo na Maçonaria que tem como base a religião Cristã usam preto).

PORQUE DEVEMOS USAR FIRMA, NAS GUIAS DE UMBANDA?

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Como sabemos as GUIAS, ou colares usados nas giras de Umbanda, tem um fundamento e não apenas um enfeite ou vaidade do médium. 

Elas são proteção contra cargas negativas.

 Servindo como para-raios na defesa do médium. 

Para  isso elas devem ser confeccionadas com muita atenção e carinho pelo próprio médium, ou por um médium específico, designado pelo Guia Chefe da casa... E não se deve comprar uma pronta, dessas que se vende  em casas de artigos religiosos. 

Porque ela deve conter a energia, o axé, a fé de quem vai usar, pois é isso que faz também com que ela se ligue ao seu Protetor, ou Guia espiritual e ao seu Orixá da coroa!

As GUIAS  devem ser feitas de material natural, como contas de cristal, pedras, sementes, conchas, porcelanas etc... Pois são energias provenientes  da natureza e portanto tem maior carga positiva, que faz com que tenha mais proteção contra cargas negativas.... Com Cordonê

Além disso o que nunca podemos esquecer é que as GUIAS, tem que conter uma "FIRMA", para o fechamento do colar, pois essa firma é de extrema importância para a circulação das energias. 

Fazendo com que a mesma, sirva de um tipo de espaço magístico, onde o campo magnético que se formou na Guia, tenha um fluxo energético equilibrado e seja descarregada na FIRMA, que servirá de catalizador e desmagnetizador...

Uma GUIA sem FIRMA, é apenas retentor de energia circulante sem descarrego e equilíbrio! 

E de nada serviria no pescoço, mas sim apenas enfeite. Já as Guias de apenas proteção, não necessitam de firmas, mas também não servem para trabalho!

A "FIRMA", deve ficar no ponto mais alto, ou seja, na nuca do médium pois é onde se encontra o ponto de equilíbrio de cada um. Perceba que sempre ao se amparar um médium para incorporação, o Dirigente sobrepõe a mão perto da nuca, ou seja, onde o fluxo energético está mais intenso e com maior capacidade de absorver ou dissipar energias. 

Energias estas, advinda de outras pessoas encarnadas ou desencarnadas...

AXÉ

sábado, 17 de maio de 2025

O que é Babalorixá

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Assim como as outras religiões, o Candomblé e as demais religiões afro-brasileiras tem o seu sacerdote mais alto, o Babalorixá.

Assim, ele é, principalmente, responsável pelo cuidado e pela administração do terreiro e, por consequência, por manter o Candomblé.

Ou seja, o Babalorixá é aquele que passou por todos os preceitos e obrigações necessárias, tornando-se apto a assumir a função de liderança.

A palavra “baba” no yorubá significa “pai”, portanto o significado do que é Babalorixá também está ligado ao Pai de Santo.

Porém, eles não são necessariamente a mesma coisa.

Mas se você também quiser entrar em contato com a espiritualidade e não sabe como, as cartas do Tarot também podem te ajudar.

quinta-feira, 15 de maio de 2025

O que é Macumba ?

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Macumba é uma variação genérica atribuída aos cultos afro-brasileiros, sincretizados com influências da religião católica, do ocultismo, de cultos ameríndios e do espiritismo.

Na "árvore genealógica" das religiões afro-brasileiras, a macumba é uma ramificação do candomblé.

Antes de ser associada a um tipo de religião, a palavra "macumba" descrevia um instrumento de percussão de origem africana, semelhante ao atual reco-reco.

Um "macumbeiro" era o indivíduo que tocava este instrumento.

A macumba também pode estar relacionada diretamente com os rituais praticados em alguns cultos afro-brasileiros, característicos pela manifestação mediúnica.

Alguns autores consideram como macumba todo tipo de prática que envolva o trabalho de curandeiros, "pais de santo" ou mesmo charlatões, que abusam da fé das pessoas para extorquir dinheiro, dizendo serem capazes de se "comunicar com os espíritos" e fazer feitiços que beneficie ou atrapalhe a vida de determinado indivíduo.

Etimologicamente, a palavra macumba possui uma origem questionável, no entanto, algumas fontes citam que talvez tenha se originado do quimbundo - língua africana falada principalmente no noroeste de Angola - ma'kumba.

Comumente, a prática da macumba é erroneamente associada com rituais satânicos ou de magia negra.

Esta ideia preconceituosa surgiu e se intensificou em meados da década de 1920, quando as igrejas cristãs do país começaram a propagar discursos negativos sobre a macumba, considerando-a profana às leis de Deus.

A designação "macumba" é mais popular no Rio de Janeiro, em outros locais do Brasil é conhecido como candomblé (na Bahia) e Xangô (no Recife).

Oxála

A história de Oxalá, também conhecido como Obatalá, é rica em mitos e tradições que refletem sua importância como o criador do mundo e da es...

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